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Zika, Gravidez e Microcefalia

O Ministério da Saúde afirma ter comprovado a ligação entre malformações no cérebro do bebê e a zika. Bebês têm apresentado microcefalia, ou seja, têm a cabeça menor que o padrão. Isso pode acontecer tanto por causa do vírus Zika, por má-formação proveniente de uma alteração genética, por substância tóxicas, ou por infecções. Vírus, como o da toxoplasmose, da herpes e também o citomegalovírus, podem levar alterar o desenvolvimento cerebral, causando a microcefalia.

Microcefalia: tire as suas dúvidas

Microcefalia é quando a cabeça do bebê tem um tamanho menor do que o esperado para a sua idade. A microcefalia pode também ter outros sintomas, como uma fronte mais achatada e excesso de pele na nuca. Quando é detectado, por meio do ultrassom, que a medida da cabeça do bebê não corresponde à idade gestacional, devem ser feitos exames complementares para identificar a causa (ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética) e por meio dos quais é possível ver se há alterações inflamatórias, nos tecidos cerebrais ou hemorragias.

Quais são os sintomas da zika?

Os sintomas são parecidos com os da dengue, mas geralmente são mais brandos. A pessoa afetada pode apresentar ou não: febre baixa, dores nas articulações, manchas vermelhas pelo corpo, olhos vermelhos e principalmente, muita coceira (único sintoma diferente da dengue). Esses sintomas podem desaparecer entre 3 a 7 dias. A doença se manifesta da mesma forma tanto para mulheres grávidas quanto para não grávidas. Importante: é possível contrair o vírus zika e não apresentar nenhum dos sintomas.

Como mulheres grávidas ou que pretendem engravidar podem se proteger do vírus zika e da microcefalia

Ainda não há vacina contra o zica. Mulheres grávidas e não grávidas podem se proteger do mosquito utilizando roupas para proteger a pele, evitando a picada e aplicando repelente nas áreas que ficam expostas. Roupas claras ofuscam a presença do mosquito, por brilharem muito, e favorecem a visualização do inseto. Se seu parceiro apresentar algum sintomas, não dispense o uso de preservativos nas relações sexuais.

Mulheres grávidas podem usar repelentes que contêm DEET (dietiltoluamida), com concentração entre 10% e 50%. As crianças de 6 meses a 12 anos não devem usar repelentes com concentração de DEET superior a 10%. Repelentes que contêm ircaridina também estão liberados para gestantes e para bebês acima de 2 anos. Também há opções de repelentes naturais, como a citronela e a andiroba, que não têm contraindicações, mas não possuem eficácia comprovada. Existem indícios de que o zika também pode estar presente no leite materno. Caso a mãe que estiver amamentando apresentar algum sintoma, é recomendado interromper a amamentação e procurar um médico.

Fonte: IFF/Fiocruz; Multiclinic Clínica Médica

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